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2º ARRAIÁ DE RUA DE NOVA MARILÂNDIA FOI UM SUCESSO.

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capa festa juninaO último sábado (06/07) foi pra lá de arretado com a segunda edição do Arraiá de Rua de Nova Marilândia, o evento foi realizado pela Prefeitura Municipal, através da Secretaria de Educação, Cultura, Esporte e Turismo, junto com as Secretarias de Assistência Social, Secretaria de infraestrutura e Obras, além das demais Secretarias, o evento contou com a participação do Prefeito Municipal, Juvenal Alexandre, a primeira Dama Marta Regina, o Vice Prefeito, Ademar Soave, a Secretária de Educação, Cultura, Esporte e Turismo, Vanisse Tessele, a Secretária de Assistência Social, Mariluce Mafa, o Chefe do Departamento de Cultura, Jackson Douglas Ribeiro, o Presidente da Câmara de Vereadores, Manoel Fernandes, o Vereador Delvito Pereira, a Vereadora Ruth Leal e demais autoridades.

Dança, música, quadrilhas, shows e comidas típicas, a festança foi destinada a toda população do nosso município e regiões circunvizinhas. Com mais um sucesso no portifólio da gestão Juvenal, o Arraiá de Rua trouxe uma grandiosa festa, com estudantes engajados em mostrar a diversidade rítmica junina com shows de Carimbó, Siriri, Mamulengo, Catira, Forró, Xote, Moda de Viola e Country, tudo isso visando o resgate da tradição junina e valorização da cultura popular, a programação do Arraiá foi gratuita, com classificação livre.

‘’A Educação colocou sua escola de samba na avenida, aprendemos com os erros da última edição do nosso Arraiá de Rua, e este ano na buscamos corrigir e melhorar, é um mérito de todos os profissionais de nossa secretaria quanto das secretarias parceiras, todos se envolveram, participaram e trabalharam, não mediram esforços para que realizássemos uma linda festa.’’ Ressaltou Vanisse Tessele, responsável pela pasta da Educação, Cultura, Esporte e Turismo.

A Sra. Vanisse pontuou que mesmo com a baixa temperatura o público compareceu em peso, para prestigiar esse evento que já faz parte da história de Nova Marilândia, ‘’Embora a temperatura estivesse baixa a população veio prestigiar essa festa linda, é uma festa cultural que está ficando e vai fazer parte da história de Nova Marilândia, vale ressaltar que muitas pessoas vieram de outros municípios circunvizinhos e estão parabenizando o município pela bonita festa’’.

‘’Quero agradecer a todos que participaram na organização e realização deste evento, em especial um agradecimento a polícia militar e a equipe de seguranças que ajudaram a manter a paz e ordem durante toda a festança.’’ Finalizou Vanisse Tessele.

Após as apresentações culturais, Luiz Dimensão e banda agitou a multidão que esteve presente no evento. No palco muito forró, coreografias e um show de repertório; no chão, milhares de pessoas que dançaram e cantaram ao som da banda.

Além das atrações, a Prefeitura também ofereceu à população, repetindo o sucesso de 2018, a megaestrutura de palco, som e iluminação, adicionada à decoração típica de uma boa festa Junina, tudo isso regada com o tradicional forró pé-de-serra.

 

A história da Festa Junina

Antes de Cristo já havia festa de São João… com outro nome. Eram as fogueiras que saudavam a chegada do verão Europeu. Até que, no século VI, o catolicismo associou essas celebrações pagãs ao aniversário de São João. No século XIII, os portugueses passaram a comemorar também as noites de São Pedro e Santo Antônio. No Brasil, as festas são populares desde 1583.

A fogueira de São João nasceu antes de são João. Quando o Vaticano instituiu, no século VI, o dia 24 de junho para a comemoração do nascimento daquele que batizou Cristo, os povos europeus já celebravam, com grandes fogueiras, a chegada do sol e do calor. Em 58 a.C., quando o imperador romano César conquistou a Gália (França), os bárbaros já comemoravam o solstício do verão, no dia 22 ou 23 de junho – o momento em que o Sol para de afastar-se (solstício vem do latim e significa - sol estático) e volta a incidir em cheio sobre o hemisfério norte.

Em Portugal, as comemorações foram ampliadas no século XIII, incluindo o dia de nascimento de Santo Antônio de Pádua (que nasceu em Portugal mas morreu na Itália, no dia 13 de junho de 1195), e o da morte de São Pedro, em 29 de junho. Transportadas para o Brasil colonial, as festas pegaram entre índios e escravos.

Com a chegada da família real portuguesa, que se transferiu para o Brasil fugindo de Napoleão, na Europa, as festas juninas tomaram novo rumo. Junto com os 15 000 aristocratas que desembarcaram no Rio, em 1808, veio a contradança (originada no country-dance, bailes camponeses da Normandia e da Inglaterra) que animava as festas da realeza. Era uma dança de casais que trocavam de pares. Não demorou muito, as contradanças saíram dos salões nobres para as festas populares. Casamentos, batizados, festas juninas, festas de padroeira e muitas outras passaram a ser comemoradas com a dança francesa.

No final do século XIX surgiram formas mais modernas e urbanas de dançar, como a polca, o maxime e lundu, e as quadrilhas foram desbancadas. Entretanto, permaneceram na zona rural, onde a população é mais conservadora. A partir de 1930, quando o nacionalismo de Vargas estimulou a busca de uma identidade cultural brasileira, a vida rural foi revalorizada. Segundo o antropólogo Renato da Silva Queiroz, da USP, junto com a temática do homem do campo surgiu a dança caipira que nada mais é do que a quadrilha de origem aristocrática com adaptações.

Os santos padroeiros

Três padroeiros inspiram a tradições portuguesa e brasileira

São João Batista

Nascido em 24 de junho, primo de Cristo e precursor do Messias.

O catolicismo associou sua tradição à festa pagã da fogueira. Assim, segundo a lenda, Isabel, a mãe de São João, teria anunciado o nascimento do filho à irmã, Maria, mãe de Jesus, acendendo uma fogueira em clima de um morro. A fogueira virou bom presságio. São João foi degolado por ter denunciado o adultério de Herodes com a cunhada, Salomé.

São Pedro

Morto em 29 de junho. O primeiro dos apóstolos, segundo o Evangelho. Era considerado um homem de temperamento impulsivo, mas leal, expansivo e generoso. Morreu crucificado sete anos depois de Cristo. Acredita-se que seu corpo foi enterrado exatamente onde hoje se segue a basílica do Vaticano, em Roma. Foi o primeiro papa. É objeto de devoção em Portugal.

Santo Antônio de Pádua

Morreu em 13 de junho, em Pádua, Itália, aos 36 anos. Nasceu em Lisboa, Portugal, em 1195. A tradição popular lhe atribui caráter brincalhão e a fama de ser um milagroso casamenteiro, venerado pelas moças solteiras. É o santo a quem se recorre para achar objetos perdidos. Como santo português, no século XIII foi incorporado às comemorações juninas em Portugal e trazido pelos colonos para o Brasil.


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FONTE: https://super.abril.com.br/historia/nha-historia-do-arraia-a-origem-das-festas-juninas/

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